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	<title>Marco Milazzo &#38; Associados</title>
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	<description>Arquitetura - Construção - Computação Gráfica - Sustentabilidade</description>
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		<title>Escola Primária Martinet &#8211; Mestura Arquitectes</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 18:19:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Iniciando uma série de posts sobre arquitetura escolar, destacamos o projeto do escritório Mestura Arquitectes, em Barcelona, na Espanha, construido em 2007. A escola primária Martinet segue as normas determinadas pelo Departamento do Governo Regional da Catalunha de Educação e foi construída em um terreno pequeno e, como é padrão para este tipo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/c3e62b9b-dcef-4ea2-971d-d222dd1c0e97.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-429" title="Escola Primária Martinet - Mestura Arquitectes" src="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/c3e62b9b-dcef-4ea2-971d-d222dd1c0e97.jpg" alt="Escola Primária Martinet - Mestura Arquitectes" width="450" height="447" /><br /></a></p>
<p>Iniciando uma série de posts sobre arquitetura escolar, destacamos o projeto do escritório <a href="http://www.mestura.es" target="_blank">Mestura Arquitectes</a>, em Barcelona, na Espanha, construido em 2007. A escola primária Martinet segue as normas determinadas pelo Departamento do Governo Regional da Catalunha de Educação e foi construída em um terreno pequeno e, como é padrão para este tipo de escola, está disposto em forma de U em torno do playground dos bebês, libera ndo o resto do terreno para o playground da escola primária. A escola fica no bairro Alameda de Cornella de Llobregat e é limitado a norte por um campo de futebol, a leste pela Rua Silici, por uma área verde no sul e pela Ronda de Dalt de Barcelona a oeste.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Todas as instalações de apoio da escola &#8211; refeitório, cozinha, ginásio, áreas de serviço, administração e sala de professores  estão alojados em um primeiro bloco no piso térreo, em sequência ao playground da escola primária. O bloco de salas de aula foi concebido como um volume de três andares, onde as salas da creche estão viradas para o  sul,  ligadas diretamente ao seu próprio parque infantil através de um pórtico, enquanto as salas de aula primária, no primeiro e segundo andares, são acessadas através de um corredor virado para a fachada sul recebendo a luz natural vinda da direção norte. Um pequeno edifício que funciona como um elo entre os dois volumes abriga o lobby, a recepção, e a biblioteca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma grande “tela” foi criada utilizando blocos cerâmicos para proteger do sol o lado sul dos corredores que levam às salas de aula primária. Os azulejos possuem 300mm x 200 e 100mm x 300mm com 22mm de espessura e são colocadas em ângulo reto um em relação ao outro em um plano vertical (para fora ou para dentro salientes 10 centímetros). As partes que estão mais expostas ao sol foram vidrados em dois intervalos de 3 cores diferentes. Os lados voltados para oeste usam 3 tons de verde, representando a primavera, enquanto os lados voltados para leste usam uma combinação de 3 tons de vermelho, representando o outono. A utilização de soluções passivas de proteção solar são essenciais na Espanha, principalmente quando associadas a ventilação natural.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O critério aplicado na solução da construção da tela garantiu sua estabilidade estrutural e a durabilidade dos materiais que foram usados. As peças cerâmicas têm um sulco em todo os seus contorno que possibilitou que as articulações verticais e horizontais fossem reforçadas por meio de anéis de aço inoxidável  com 6mm de diâmetro. Um total de sete juntas de dilatação foram criados, com contraventamento horizontal no quadro do meio, 3 braços verticais pela altura total do painel e braços pelo lado nas duas extremidades. As articulações possuem dois centímetros de espessura e foram feitas em argamassa de cal com um aditivo de aeração plastificado aplicado semi-seco. O aditivo prevê a plasticidade suficiente para acomodar possíveis retrações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Algumas características importantes devem ser levadas em consideração na arquitetura escolar, no desenvolvimento de projetos educacionais. Os estímulos gerados pelas formas e cores arquitetônicas devem acompanhar gradativamente o desenvolvimento da criança. Para as crianças na creche e pré-escola, o estímulo deve ser menor, com a utilização de formas mais simples e cores básicas. O estímulo acelerado nos primeiros anos de vida pode acarretar em problemas de ansiedade e hiperatividade. Para crianças maiores, o contrário deve ser adotado, as formas mais complexas ajudam a estimular a criatividade, instigar o entendimento dos volumes, dos cheios e vazios desenvolve o cérebro. Deve-se novamente tomar cuidado para que estes estimulos não sejam adotados dentro das salas de aula, pois não podem dispersar os alunos do principal: o conteúdo que está sendo ministrado pelos professores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.mestura.es" target="_blank">http://www.mestura.es</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/user/ascercomunicacion" target="_blank">http://www.youtube.com/user/ascercomunicacion</a></p>
<p>Mais Imagens:  <a href="http://www.archilovers.com/upload/BigImageProject/c3e62b9b-dcef-4ea2-971d-d222dd1c0e97.jpg?w=1280&amp;h=698" target="_blank">01</a> &#8211; <a href="http://www.archilovers.com/upload/BigImageProject/d6632fbb-b29f-4296-af2e-9b50130bb93b.jpg?w=1280&amp;h=698" target="_blank">02</a> &#8211; <a href="http://www.archilovers.com/upload/BigImageProject/4f39b59c-42ee-477b-8c09-687e51d8e134.jpg?w=1280&amp;h=698" target="_blank">03</a> &#8211; <a href="http://www.archilovers.com/upload/BigImageProject/025bd9b5-afee-48d9-859d-bfb62d77cdf9.jpg?w=1280&amp;h=698" target="_blank">04</a> &#8211; <a href="http://www.archilovers.com/upload/BigImageProject/ada0392a-acd5-419f-94f4-54276f6d4224.jpg?w=1280&amp;h=698" target="_blank">05</a> &#8211; <a href="http://stat2.architizer-cdn.com/mediadata/projects/232011/r990x990/11d1d356.jpg" target="_blank">06</a> &#8211; <a href="http://stat2.architizer-cdn.com/mediadata/projects/232011/r990x990/3ced9e38.jpg" target="_blank">07</a> &#8211; <a href="http://stat2.architizer-cdn.com/mediadata/projects/232011/r990x990/45dfc473.jpg" target="_blank">08</a> &#8211; <a href="http://stat2.architizer-cdn.com/mediadata/projects/232011/r990x990/fba20e9e.jpg" target="_blank">09</a> &#8211; <a href="http://stat2.architizer-cdn.com/mediadata/projects/232011/r990x990/1992b2b8.jpg" target="_blank">10</a> &#8211; <a href="http://stat2.architizer-cdn.com/mediadata/projects/232011/r990x990/984fd26c.jpg" target="_blank">11</a></p>
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		<title>Spaceport America &#8211; Novo México &#8211; Norman Foster</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 17:32:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[aeroporto]]></category>
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		<category><![CDATA[Norman Foster]]></category>
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		<description><![CDATA[Reportagem Publicada no site www.archiportale.it &#8211; 21/10/2011 Inaugurado projeto da primeira estação espacial do mundo, do arquiteto Norman Foster em parceria com a empresa de engenharia URS Corporation e com os arquitetos do Novo México studio SMPC. As primeiras viagens espaciais serão realizadas entre 2012 e 2013, pelas naves WhiteKnightTwo da Virgin Galactic e SpaceShipTwo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Reportagem Publicada no site www.archiportale.it &#8211; 21/10/2011</p>
<div id="attachment_417" class="wp-caption aligncenter" style="width: 436px"><a title="Norman Foster Mexico Spaceport" href="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/10/Norman-Foster-Spaceport-Mexico.jpg"><img class="size-full wp-image-417  " title="Norman Foster Mexico Spaceport" src="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/10/Norman-Foster-Spaceport-Mexico.jpg" alt="Norman Foster Mexico Spaceport" width="426" height="306" /></a><p class="wp-caption-text">Norman Foster Mexico Spaceport</p></div>
<p>Inaugurado projeto da primeira estação espacial do mundo, do arquiteto Norman Foster em parceria com a empresa de engenharia URS Corporation e com os arquitetos do Novo México studio SMPC. As primeiras viagens espaciais serão realizadas entre 2012 e 2013, pelas naves <em>WhiteKnightTwo </em>da Virgin Galactic e <em>SpaceShipTwo</em>.</p>
<p>O Spaceport é um edifício baixo que fica na paisagem do deserto do Novo México. O terminal possui uma forma orgânica, como uma colina na paisagem, pode ser visto do percurso histórico de El Camino Real. A forma sinuosa na paisagem do edifício e seus espaços internos buscam capturar o encanto e o mistério do voo espacial, reproduzindo a emoção de uma viagem espacial para os primeiros &#8220;turistas espaciais&#8221;. O projeto busca o mínimo de impacto ambiental e será o primeiro a servir de modelo para o futuro. Vista do espaço, evoca o logotipo da Virgin Galactic Terminals, a marca do olho.</p>
<p>Buscando a sustentabilidade e uma sensibilidade com o meio ambiente, foram usados materiais locais e técnicas de construção indígenas. Dispostos em um padrão altamente eficiente e racional, o Spaceport foi projetado utilizando como referência o tamanho da nave espacial. Há também um cuidadoso equilíbrio entre a acessibilidade e privacidade. As áreas para os astronautas e espaço para visitantes são totalmente integrados com o resto do edifício, a fim de partilhar plenamente a emoção das viagens espaciais. As áreas mais sensíveis, como a sala de controle, são visíveis, mas eles têm um acesso limitado.</p>
<p>Os visitantes e os astronautas entram no prédio por um &#8220;groove&#8221;, um profundo corte na paisagem. Os muros de contenção formam um espaço de exposição que documenta a história do território e seus habitantes, juntamente com a história da exploração espacial.</p>
<p>O eixo linear continua forte em uma prateleira de exposição que percorre todo o terminal levando ao “superhangar&#8221;, onde estão alojados a nave espacial e o espaço para simulação de vôo.</p>
<p>O edifício, projetado para minimizar as emissões de dióxido de carbono e utilizar várias formas de energia alternativa, pretende alcançar a certificação LEED Platinum.</p>
<p>Parte da edificação é enterrada na paisagem, assim explorando os benefícios da massa térmica, que protege o edifício do clima do Novo México e as correntes ocidentais permitem o uso de ventilação natural. A luz natural atravessa através uma claraboia e o fechamento das fachadas do terminal é todo em vidro com vista para a pista e aterrissagem.</p>
<p>Sistemas implantados para obtenção da certificação LEED:</p>
<p>Tubos de 100m de comprimento enterrados na terra para entrada de ar fresco para refrigeração e ventilação.</p>
<p>Piso radiante que permite aquecimento e resfriamento. Refrigeradores embutidos nas lajes de concreto.</p>
<p>Orientação das Fachada para minimizar ao máximo o ganho de calor solar, porém maximizando a vista e a iluminação natural;</p>
<p>Vidros de alta performance e uso eficiente dos sistemas de sombreamento;</p>
<p>Conservação da água: Reciclagem das águas cinzas;</p>
<p>Uso de materiais reciclados: carpetes, azulejos, metais etc.</p>
<p>Uso de materiais disponíveis em um raio máximo de 500 milhas de distância do local;</p>
<p>Uso de plano estratégico para os resíduos de construção;</p>
<p>Mais imagens:</p>
<p><a href="http://www.archiportale.com/immagini/FileProgetto/immaginigrandi/6e50b2c0-b1b3-4d3c-a260-8d8648563020.jpg" target="_blank"> 1</a>-<a href="http://www.archiportale.com/immagini/FileProgetto/immaginigrandi/523ecbfc-1c1a-496a-a944-08e5f884d619.jpg" target="_blank">2</a>-<a href="http://www.archiportale.com/immagini/FileProgetto/immaginigrandi/ed64f4e5-95b1-4433-8d4e-a902aabf53d5.jpg" target="_blank">3</a>-<a href="http://www.archiportale.com/immagini/FileProgetto/immaginigrandi/070526e1-8ce7-48ae-9fc6-bf5cfd3312c0.jpg" target="_blank">4</a>-<a href="http://www.archiportale.com/immagini/FileProgetto/immaginigrandi/4ef2d471-9952-4c0b-932d-f2c7f95817af.jpg" target="_blank">5</a>-<a href="http://www.archiportale.com/immagini/FileProgetto/immaginigrandi/23e05719-aa4a-4d6b-afb2-a0dad8a30e7f.jpg" target="_blank">6</a>-<a href="http://www.archiportale.com/immagini/FileProgetto/immaginigrandi/66ce749d-a4f8-49c2-af6d-25362c6011fb.jpg" target="_blank">7</a>-<a href="http://www.archiportale.com/immagini/FileProgetto/immaginigrandi/72b1d3e7-3279-482f-b5c4-ad8f7ead1757.jpg" target="_blank">8</a>-<a href="http://www.archiportale.com/immagini/FileProgetto/immaginigrandi/22b318db-5d0f-43b8-87c8-338a5b566515.jpg" target="_blank">9</a>-<a href="http://www.archiportale.com/immagini/FileProgetto/immaginigrandi/72cfd8d8-775f-426f-a331-36d20ea2617b.jpg" target="_blank">10</a>-<a href="http://www.archiportale.com/immagini/FileProgetto/immaginigrandi/ac556068-cf11-40e3-960e-35c4b0b0d467.jpg" target="_blank">11</a>-<a href="http://www.archiportale.com/immagini/FileProgetto/immaginigrandi/16f77ba6-8ce7-42fc-ac25-ddebbab8f51c.jpg" target="_blank">12</a>-<a href="http://www.archiportale.com/immagini/FileProgetto/immaginigrandi/d9ffbe61-4c47-48fe-92e0-fcddadd3e315.jpg" target="_blank">13</a>-<a href="http://www.archiportale.com/immagini/FileProgetto/immaginigrandi/2a9b0333-acff-46b9-a53e-1e5ea2a78048.jpg" target="_blank">14</a>-<a href="http://www.archiportale.com/immagini/FileProgetto/immaginigrandi/80c903f2-3c40-42a5-b0fe-1a4ce0952331.jpg" target="_blank">15</a>-<a href="http://www.archiportale.com/immagini/FileProgetto/immaginigrandi/56d285d9-e418-4bbb-a329-b93ce6080e98.jpg" target="_blank">16</a>-<a href="http://www.archiportale.com/immagini/FileProgetto/immaginigrandi/6481b6d6-7679-495b-9477-1bb8e690862a.jpg" target="_blank">17</a>-<a href="http://www.archiportale.com/immagini/FileProgetto/immaginigrandi/74c50afa-1925-4e1e-a0f9-4ee756a90a92.jpg" target="_blank">18</a>-<a href="http://www.archiportale.com/immagini/FileProgetto/immaginigrandi/7894ab80-d56e-406c-96d2-2f0b49218aaa.jpg" target="_blank">19</a>-<a href="http://www.archiportale.com/immagini/FileProgetto/immaginigrandi/721043da-9f15-481b-901d-956a58e9361e.jpg" target="_blank">20</a>-<a href="http://www.archiportale.com/immagini/FileProgetto/immaginigrandi/0dbab3af-f25b-40fe-bf4e-e37d0cb5fadd.jpg" target="_blank">21</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Instituto Holandês de Som e Imagem</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 19:11:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Holanda]]></category>
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		<description><![CDATA[28/09/2011 &#8211; Artigo original: www.archiportale.it &#8211; Miriam de Candia O novo edifício para o Instituto Holandês de Som e Imagem, construido na cidade de Hilversum,  é um cubo perfeito, consistindo em cinco pavimentos no subsolo e cinco pavimentos  acima do solo. No subsolo, os arquivos nacionais dos holandeses de rádio e gravações de televisão estão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_383" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/10/b_730_2aadf68e-2e3a-403f-8ba8-add7baa5f2161.jpg"><img class="size-full wp-image-383 " title="Instituto Holandês da Imagem e do Som" src="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/10/b_730_2aadf68e-2e3a-403f-8ba8-add7baa5f2161.jpg" alt="Instituto Holandês da Imagem e do Som" width="450" height="310" /></a><p class="wp-caption-text">Instituto Holandês da Imagem e do Som</p></div>
<p>28/09/2011 &#8211; Artigo original: www.archiportale.it &#8211; Miriam de Candia</p>
<p>O novo edifício para o Instituto Holandês de Som e Imagem, construido na cidade de Hilversum,  é um cubo perfeito, consistindo em cinco pavimentos no subsolo e cinco pavimentos  acima do solo. No subsolo, os arquivos nacionais dos holandeses de rádio e gravações de televisão estão empilhados em torno de um grande cânion. Acima do solo, um volume cênico contém o museu de mídia. O terceiro elemento é o prédio do instituto. Os três volumes juntos cercam um grande átrio público. O prédio custou 40 milhões de Euros. A fachada do edifício é uma tela de vidro colorido que mostra imagens famosas da televisão holandesa, uma composição desenvolvida pelo designer gráfico Jaap Drupsteen.  Cada imagem fica visível somente a partir de um certo ângulo, e o conjunto, como um todo, forma uma gráfica leve e colorida.</p>
<p>fotos da obra:</p>
<p>http://www.beeldengeluid.nl/template_subnav.jsp?navname=webcam&#038;category=werk_in_uitvoering</p>
<p>site do escritório Neutelings Riedijk:</p>
<p>http://www.neutelings-riedijk.com/index.php?id=13,37,0,0,1,0</p>
<div class='flickr-mini-gallery ' lang="_s&" rel="user_id=33718942@N07&tags=Hilversum&min_upload_date=&max_upload_date=&min_taken_date=&max_taken_date=&license=&sort=&bbox=&accuracy=&safe_search=&content_type=&machine_tags=&group_id=&lat=&lon=&radius_units=&per_page=30&extras=" longdesc='photosearch'></div>
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		<title>Concurso para a Ponte do Centro e Passarela da Prainha em Blumenau</title>
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		<pubDate>Fri, 13 May 2011 20:40:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[blumenau]]></category>
		<category><![CDATA[estaiado]]></category>
		<category><![CDATA[estrutura]]></category>
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		<category><![CDATA[ponte]]></category>
		<category><![CDATA[treliça]]></category>

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		<description><![CDATA[Projeto para o concurso público nacional para ponte e passarela em Blumenau &#8211; Santa Catarina, projeto do escritório Marco Milazzo Arquitetos Associados, classificado em quarto lugar. Nossa proposta para a ponte e a passarela sobre o Rio Itajaí-Açu em Blumenau, Santa Catarina, parte do conceito principal do contraponto entre escalas. Projetamos a passarela de pedestre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Projeto para o concurso público nacional para ponte e passarela em Blumenau &#8211; Santa Catarina, projeto do escritório Marco Milazzo Arquitetos Associados, classificado em quarto lugar.</p>
<div id="attachment_365" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/05/ponteblu011.jpg"><img class="size-full wp-image-365" title="Concurso para a Ponte do Centro e a Passarela da Prainha" src="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/05/ponteblu011.jpg" alt="Concurso para a Ponte do Centro e a Passarela da Prainha" width="450" height="270" /></a><p class="wp-caption-text">Concurso para a Ponte do Centro e a Passarela da Prainha</p></div>
<p>Nossa proposta para a ponte e a passarela sobre o Rio Itajaí-Açu em Blumenau, Santa Catarina, parte do conceito principal do contraponto entre escalas. Projetamos a passarela de pedestre para que ela possua uma escala humana, enquanto a ponte uma escala monumental. A partir deste conceito principal decidimos que apenas uma das duas obras de arte deveriam ter um caráter de marco simbólico para a cidade, não criando dois pontos focais competindo entre si. O marco simbólico foi criado a partir do grande pilar do sistema estaiado adotado para a ponte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>PASSARELA – ESCALA HUMANA</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para a passarela de pedestres os detalhes foram considerados mais importantes. Adotamos uma estrutura metálica treliçada espacialmente, que com seus detalhes de fixação criam um objeto rebuscado, intrigante, somente perceptível na escala e na velocidade do pedestre. A opção pela estrutura treliçada também se deve ao custo. Dentro do valor estabelecido seria inviável uma solução estaiada ou em arco. Outro motivo para a solução adotada foi a de não criar nenhum elemento estrutural acima do tabuleiro, permitindo que o pedestre tivesse uma visibilidade maior, limpa, de ambos os lados da passarela, e ao longo de toda sua extensão.</p>
<p>Queríamos também dar à passarela um caráter de continuidade da praça e da rua, sem que fosse simplesmente um local de passagem. Por este motivo variamos a largura do tabuleiro ao longo do comprimento da passarela. A partir de cada margem a largura inicia com 6 metros e inclinação de 5% e vão aumentando até o trecho mais alto onde foi criado um platô de observação e descanso. Neste platô foi criado um nível mais baixo, uma área de contemplação, e dando movimento na estrutura e no tabuleiro da passarela. Este nível rebaixado permite que os pedestres no nível superior tenham uma vista totalmente desobstruída, inclusive do guarda-corpo metálico que protege as laterais da passarela.</p>
<div id="attachment_366" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/05/ponteblu021.jpg"><img class="size-full wp-image-366" title="Concurso para a Ponte do Centro e a Passarela da Prainha" src="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/05/ponteblu021.jpg" alt="Concurso para a Ponte do Centro e a Passarela da Prainha" width="450" height="146" /></a><p class="wp-caption-text">Concurso para a Ponte do Centro e a Passarela da Prainha</p></div>
<p>PONTE – ESCALA MONUMENTAL</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para o projeto da ponte escolhemos a opção estaiada, por questões econômicas, estéticas, conceituais e técnicas. Para o vão de 150 metros, dentro da faixa mais econômica, já teríamos uma ponte estaiada como melhor opção, que só foi reforçada por não haver espaço suficiente em uma das margens para que pudéssemos implantar uma estrutura em arco. Decidimos então simplificar a forma do tabuleiro, mantendo somente o mesmo padrão de guarda-corpo utilizado na passarela de pedestres, e atribuir um caráter escultural, com a presença da torre que sustenta os cabos estaiados ancorados à ponte. Apenas um elemento escultório monumental poderia ser percebido na velocidade dos automóveis, e os detalhes ficam quase imperceptíveis.</p>
<p>Para que o pilar adquirisse um caráter escultório, adotamos uma forma diferenciada, parcialmente orgânica. Devido ao problema de falta de espaço para inserir cabos no sentido oposto aos cabos que suspendem o tabuleiro da ponte, este pilar necessitou de uma estrutura mais robusta juntamente com uma leve inclinação e uma única linha de cabos que é lançada do topo do pilar, em direção ao meio das duas pistas de automóveis da Rua Uruguay. Procuramos tornar o pilar mais interativo no contexto urbano, integrando o cabo à rua e a base do pilar à calçada e a futura praça no seu entorno.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CONCEITO ESTRUTURAL – PASSARELA</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O projeto para a passarela possui cargas mais leves, efeitos de torção e de movimento horizontal muito menores, e para o vão proposto de 170 metros, poderíamos adotar vários sistemas estruturais, inclusive estaiado ou em arco, mas que não se adequariam ao valor determinado para a sua construção. Dentro do valor determinado, optamos por uma estrutura treliçada, menos escultural, mas formalmente diferenciada.</p>
<p>O tabuleiro é suportado por vigas de alma cheia paralelas que suportam o piso de madeira. Estas vigas são o elemento principal do corpo da treliça espacial, que se desenvolve inferiormente com perfis tubulares. A escolha da madeira no piso e nos bancos tem como objetivo integrar  as características construtivas tradicionais da cidade com a modernidade representada pelo metal. O conjunto de perfis forma um desenho triangular, que vai mudando de proporção ao longo da passarela. Nos trechos mais solicitados e nos trechos onde este “triangulo” é maior, há um reforço adicional feito por diagonais e subdivisões na treliça. Quando a treliça se aproxima das margens do rio, há um berço de concreto que faz a conexão da estrutura metálica com as fundações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CONCEITO ESTRUTURAL &#8211; PONTE</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A solução adotada para a ponte sobre o Rio Itajaí-Açú foi a que mais se adequava aos condicionantes físicos e econômicos exigidos, porém, ao contrário da passarela de pedestres, optou-se por uma estrutura visualmente mais simples, com tabuleiro de concreto armado e protendido, suspenso por cabos estaiados em um grande pilar de concreto.</p>
<p>O comprimento total da ponte possui 192 metros, sendo 150 metros suportada pelos cabos estaiados e 42 metros apoiados diretamente em uma estrutura de concreto.</p>
<p>A margem esquerda do rio está praticamente no nível 11 metros e a margem direita está no nível aproximado de 17 metros. Por este motivo não foi possível adotar nenhuma solução que criasse apoios na margem esquerda do rio, como seria necessário na solução em arco. Em contrapartida, na margem direita o espaço disponível é bem maior, além de estar em um nível mais alto o que facilitaria a solução estaiada com um grande pilar neste ponto.</p>
<p>Para o tabuleiro da ponte foi adotada uma solução de duas vigas laterais longitudinais de concreto armado in loco, entre as duas margens do rio, onde são apoiadas vigas protendidas pré-moldadas transversalmente. Assim, a quantidade de aterro é mínima, o nível inferior de 11 metros não é ultrapassado, e ao mesmo tempo não há o uso de vigas caixão. Poderíamos adotar uma solução com módulos inteiros pré-moldados protendidos diretamente ancorados nos estais, mas achamos que a solução adotada seria mais fácil de ser executada por trabalhar com peças menores, facilitando a montagem e o transporte.</p>
<p>O pavimento de concreto e as vigas de borda resistem a torção local e a torção global ocasionadas por todos os tipos de carga, além da empuxo horizontal dos estais.</p>
<p>As vigas laterais são estaiadas por um conjunto de cabos de aço ancorados com arranjo do tipo “fan”. O sistema “fan” combina a facilidade construtiva do sistema de “arpa” e as vantagens estruturais e econômicas do sistema “radial”. Os estais no lado superior da ponte formam um plano totalmente vertical, alinhado ao centro do único pilar de concreto que leva as cargas às fundações. Os estaios do lado inferior  estão levemente inclinados porém visualmente alinhados quando a ponte é visualizada do rio. Pelo estudo preliminar os estais terão de 7 a 10 barras, cada uma com 3cm de diâmetro, e serão protegidas por um tubo de aço. Durante a execução, os cabos ficarão desacoplados, e depois dos ajustes finais os cabos serão acoplados e “grouteados”.</p>
<p>A suspensão da ponte será feita pelo método Cantilever. Dois pares  de estruturas móveis serão usadas para fazer uma concretagem seqüencial das vigas laterais. O tabuleiro da ponte será formado por perfis T prefabricados protendidos de concreto, colocados sobre as vigas principais de concreto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>ILUMINAÇÃO</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A proposta para a iluminação de ambos os tabuleiros é com a utilização de leds balizadores formando várias linhas ao longo do percurso da ponte para os pedestres e bicicletas. Para a via de carros haverá luminárias embutidas nas proteções de concreto.</p>
<p>Na passarela de pedestres uma iluminação por baixo do tabuleiro faz uma lavagem destacando as treliças. Além disso uma linha mais intensa de leds é criada no centro da passarela, sob uma faixa de piso de vidro.</p>
<p>Uma solução com canhões de luz e leds também ilumina os cabos e o pilar do sistema estaiado da ponte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>INSTALAÇÕES</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A passagem das instalações na passarela de pedestre é feita pela alma das vigas principais da treliça, logo abaixo do tabuleiro. Na ponte as tubulações são fixadas por baixo das vigas pré-moldadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Trabalhando com a Água</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Apr 2011 19:09:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Adaptação dos artigos do arquiteto Liotta A. Salvator-John (revista Domus) e de Michael Cockram (revista Architectural Record) Como as cidades costeiras respondem à ameaça da elevação do mar com diversas estratégias de design para múltiplas escalas (este artigo foi publicado algumas semanas antes do tsunami que atingiu o Japão em 12 de março de 2011) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/04/big_332335_9646_5516792993_df145d0bd0_b3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-343" title="Tsunami Japão Tókio" src="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/04/big_332335_9646_5516792993_df145d0bd0_b3.jpg" alt="Tsunami Japão Tókio" width="461" height="259" /><br />
</a></p>
<p style="text-align: justify;">Adaptação dos artigos do arquiteto Liotta A. Salvator-John (revista Domus) e de Michael Cockram (revista Architectural Record)</p>
<p><strong><br />
Como as cidades costeiras respondem à ameaça da elevação do mar com diversas estratégias de design para múltiplas escalas</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">(este artigo foi publicado algumas semanas antes do tsunami que atingiu o Japão em 12 de março de 2011)</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Com a década mais quente já registrada se aproximando do fim, os representantes dos mais de 190 países presentes à Conferência do Clima das Nações Unidas realizada no ano passado, em Cancun, no México, avançou apenas parando os ataques as causas profundas das alterações climáticas. Os acordos da conferência, mesmo sendo um passo à frente, definiram apenas os limites modestos nas emissões de gases do efeito estufa. Mas como os sintomas de um mundo mais quente se tornam mais aparentes, a comunidade de design começou a considerar as conseqüências da mudança climática. Iminência grande entre esses sintomas é do nível do mar subir, uma dinâmica que tem o potencial de mudar radicalmente o caráter das zonas costeiras em todo o mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Se o peso da ciência ainda não estiver batendo na porta de casa, então considere que 55% das seguradoras privadas imobiliárias estão agora com novas políticas para as zonas costeiras do Meio-Atlântico, diz Wetlands Watch, uma organização de conservação com sede na Virgínia. Uma empresa top-10 não trabalha mais com seguros de propriedades que estejam a menos de uma milha de distância da costa. Também considere que mais de 30 instalações militares dos EUA já enfrentam risco elevado do nível do mar subir, segundo o relatório mais recente de defesa do Pentágono, emitido em fevereiro de 2010.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
O mar flutuante</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Terra vem se aquecendo à milhares de anos. Este aquecimento muito gradual tomou uma curva acentuada para cima em torno do início da revolução industrial &#8211; um fenômeno que muitos pesquisadores apontam para a produção em níveis crescentes de dióxido de carbono. Os cientistas estão descobrindo que a taxa de aumento do nível do mar está aumentando também. Medições por satélite da Nasa mostram que a taxa da última década de crescimento é quase o dobro do século passado. Os oceanos estão subindo cerca de 1/8 de polegada por ano.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>Os especialistas acreditam que grande parte do crescimento durante o século 20 pode ser atribuído à expansão térmica. Atuando como dissipador de calor da Terra, os oceanos se expandem, como o mercúrio em um termômetro. Mas o mecanismo por trás da ameaça futura é o derretimento do gelo terrestre. Tremendos depósitos de gelo, nove décimos da água doce do planeta, estão armazenados no topo da Groenlândia e da Antártida. A última vez que houve um aumento significativo, à 120.000 anos atrás, o nível do mar subiu cerca de 18 metros acima dos níveis atuais. Mas a maioria dos cientistas do clima esperam que o aumento deste século deva ser na faixa de 1 à 2 metros. A preocupação imediata é que os níveis do mar mais elevados permitirão que as tempestades inundem áreas costeiras com maior freqüência, de acordo com vários estudos científicos recentes de engenharia.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/04/Mar_AR_2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-323" title="Mar_AR_2" src="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/04/Mar_AR_2.jpg" alt="" width="450" height="215" /></a><a href="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/04/Mar_AR_1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-324" title="Mar_AR_1" src="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/04/Mar_AR_1.jpg" alt="" width="450" height="215" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Fotos 1 e 2:  Para uma parte muito propensa às inundações em Nova Orleans, Waggonner &amp; Ball propôusseram transformar a paisagem urbana em um parque, que incorpore a água como uma amenidade. Imagem: Waggonner &amp; Ball</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
Aprendendo com Nova Orleans</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nenhum evento único pode ser diretamente ligado à mudança climática. Mas a Costa do Golfo é um lembrete do que pode dar errado com uma tempestade catastrófica. Desde a devastação do Katrina, os arquitetos de Nova Orleans Waggonner &amp; Ball tem desenvolvido projetos que respondem às questões da gestão da água. Mas em vez de considerar apenas soluções para barrar a água, a empresa defende uma abordagem diversificada que adiciona à experiência da cidade. &#8220;O desafio é encontrar o equilíbrio entre segurança e beleza&#8221;, diz o presidente David Waggonner. &#8220;E a segurança não são apenas diques. Qualquer estratégia razoável de redução do risco deve levar em consideração a água interna e para onde ela vai. &#8220;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/04/Mar_AR_4.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-329" title="Mar_AR_4" src="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/04/Mar_AR_4.jpg" alt="" width="450" height="397" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Foto 3: O esquema de gestão da água de Waggonner &amp; Ball para uma área de New Orleans inclui reviver o Canal Carondelet, que há muito tempo foi abandonado, que já foi conectado a bacia de manobra perto do Bairro Francês e ao Bayou St. John. O plano inclui também um conjunto de estratégias destinadas a aliviar a rede de drenagem da cidade sobrecarregada. Imagem: Waggonner &amp; Ball</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><br />
</em></p>
<p style="text-align: justify;">A empresa tem trabalhado em vários projetos de planejamento, incluindo uma proposta para restabelecer uma identidade de água para a Greenway Lafitte, onde se encontra o histórico Canal Carondelet. O plano é uma opção que as autoridades de Nova Orleans estão considerando. O sistema incorpora diferentes estratégias em diferentes escalas para absorver lentamente e diretamente a água, como amplas áreas de parques lineares ao longo do canal que atuam como amortecedores de choque e bio-swales &#8211; elementos da paisagem que podem remover o lodo e a poluição do escoamento superficial. A intenção é manter a água fora do sistema de águas subterrâneas da cidade que está sobrecarregado, permitindo que ela evapotranspire por meio de mudas, se infiltre no solo para repor as águas subterrâneas, ou gradualmente alcance o fluxo no canal. O plano poderia diminuir a dependência de bombas mamute que não apenas removem a água da chuva, mas também diminuem os lençois d&#8217;água naturais da área. Esta diminuição do lençol freático é um dos principais contribuintes para o afundamento de terras &#8211; New Orleans, como Veneza, está afundando.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Waggonner diz que em uma cidade que tradicionalmente tem tentado manter a água fora, é difícil convencer as pessoas de há momentos em que é melhor deixá-la dentro Mas ele acrescenta que os holandeses têm inspirado muitas de suas estratégias, e eles têm mostrado que é possível viver na terra abaixo do nível do mar.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Com séculos de experiência em engenharia costeira, a Holanda é um modelo bem-testado de gestão da água. A nação opera o porto mais movimentado da Europa e gera 70 por cento do seu produto interno bruto em terra, que se situa abaixo do nível do mar. Em 2001 e novamente em 2007, o governo holandês nomeou um quadro de cientistas e engenheiros chamado Comitê Delta para formular recomendações para responder aos novos riscos. A comissão estabeleceu um ambicioso conjunto de projetos &#8211; literalmente escoramento das zonas costeiras, estendendo costas para fora até vários quilômetros. Eles também propuseram a adição de mais controles mecânicos, como os portões de Maeslantkering, que fecham durante ameaças de ondas e marés extremamente altas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Os holandeses também estão implementando um plano controverso de violar alguns diques de navegação e permitir que a água volte em alguns dos polders &#8211; aterros no mar protegidos por diques. Cientistas acreditam que algumas latitudes mais altas no norte da Europa podem ter mais chuvas e inundações. Assim, a Holanda poderia estar sob a ameaça crescente de inundações em terra de rios como o Reno, que drenam uma parte substancial do Norte da Europa. Permitindo que a água volte em alguns polders poderiam fornecer uma espécie de válvula de segurança que alivia a pressão em áreas de baixa altitude.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A empresa holandesa Waterstudio está encabeçando um projeto experimental em inundações de polders em Naaldwijk chamada Nova Água, que inclui metade da edificaçòes ancordas na terra e metade das edificações flutuantes. Uma parte do desenvolvimento, um complexo flutuante de 60 unidades residenciais conhecida como a Cidadela, está prevista para conclusão em 2012. Waterstudio se especializou em arquiteturas flutuantes, tendo completado uma frota de &#8220;watervillas&#8221;, bem como uma grande prisão flutuante ancorada perto de Amesterdã. O Diretor da Waterstudio Koen Olthuis vê seu trabalho como parte de uma tendência das cidades avançarem sobre a água ao invés de afastá-la, e prevê plataformas flutuantes, de 600 metros quadrados, armaduras para o tecido urbano.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/04/Mar_AR_5-big.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-330" title="Mar_AR_5-big" src="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/04/Mar_AR_5-big.jpg" alt="" width="490" height="141" /></a><a href="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/04/Mar_AR_6-big.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-331" title="Mar_AR_6-big" src="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/04/Mar_AR_6-big.jpg" alt="" width="490" height="126" /></a><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Figura 4: A proposta de Waggonner &amp; Ball para ressuscitar o Canal Carondelet e revigorar o Greenway Lafitte depende de técnicas que tratam a água como um recurso e ajudam a absorver, lentamente e diretamente o seu fluxo. Imagens: Waggonner &amp; Ball</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><br />
</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Infra-estrutura Flutuante</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nova York, com grande quantidade de construções na beira da água, foi uma das primeiras cidades a criar um painel consultivo olhando para a adaptação às alterações climáticas. Recentemente, um grupo de arquitetos, engenheiros e pesquisadores participaram de uma sessão interativa de brainstorming chamada de Rising Currents, que culminou em uma exposição no Museu de Arte Moderna (MoMA). As equipes interdisciplinares desenvolveram um conjunto de soluções para o litoral de Nova York.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href=" http://moma.org/explore/inside_out/rising-currents" target="_blank"></p>
<p>http://moma.org/explore/inside_out/rising-currents</a></p>
<p><a href="http://www.edpurver.com/?p=476" target="_blank">http://www.edpurver.com/?p=476</a><br />
<a href="http://archpaper.com/news/articles.asp?id=5250" target="_blank">http://archpaper.com/news/articles.asp?id=5250</a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">&#8220;Muitas vezes o trabalho das agências [do governo] não envolve designers&#8221;, diz Guy Nordenson, engenheiro estrutural de New York, que foi consultor do MoMA e diretor do projeto Latrobe Prêmio que inspirou a exposição. &#8220;O objetivo do Rising Currents é mostrar que os designers podem contribuir por meio da visualização e representação o que pode ser feito [sobre o aumento do nível do mar].&#8221; Os resultados foram focados em &#8220;infra-estruturas amortecedoras&#8221; &#8211; elementos que absorvam as tempestades, aumentando ou imitando os sistemas naturais. O conceito inclui barreiras de água, como ilhas artificiais, ou reintroduzindo ostras outrora abundantes. As equipes de desenvolveram propostas leves, mais parques lineares, que serviriam para dissipar as tempestades e ao mesmo tempo deixar a água mais acessível ao povo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><a href="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/04/Mar_AR_8.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-333" title="Mar_AR_8" src="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/04/Mar_AR_8.jpg" alt="" width="423" height="191" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/04/Mar_AR_9.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-332" title="Mar_AR_9" src="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/04/Mar_AR_9.jpg" alt="" width="419" height="277" /></a><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Figura 5 e 6: A empresa holandesa Waterstudio projetou um complexo flutuante de 60 unidades residenciais para um novo desenvolvimento em Naaldwijk, na Holanda.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><br />
</em></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/04/Mar_AR_10.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-334" title="Mar_AR_10" src="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/04/Mar_AR_10.jpg" alt="" width="450" height="299" /></a><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Figura 7: A empresa já construiu várias casas particulares flutuante, ou &#8220;watervillas&#8221;, incluindo uma em De Ronde Venen, Utrecht. Imagens: Waterstudio © Kers Pieter</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><br />
</em></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Se você construir um muro ao redor das zonas habitadas, não vai ajudar a ecologia global da área &#8211; as zonas húmidas submersas são necessárias para a saúde do conjunto&#8221;, diz Nordenson. &#8220;Há mais vantagem em projetar uma cidade que permite que a água entre de tempos em tempos&#8221;, acrescenta o arquiteto Adam Yarinsky, diretor da New ARO York City e co-autor do livro sobre a água: Palisades Bay (2009), que documenta os resultados do Prêmio de Investigação Latrobe.</p>
<p><a href="http://palisadebay.org/" target="_blank">http://palisadebay.org/</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Projetando para a resiliência</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na última década, o termo resiliência tem sido usado para constituir uma abordagem multifacetada para promover a capacidade do ambiente natural e construído para sustentar-se através de eventos extremos. Timothy Beatley, professor de comunidades sustentáveis ​​na Universidade da Virgínia, assinala que os modelos de planejamento mais atuais consideram apenas ciclos de 20 à 30 anos e raramente são coordenados a nível regional ou nacional. Cidades como Nova Orleans e Nova York precisa de planos para 100 ou até mesmo 200 anos que tenham um alcance mais amplo e levem em conta os ecossistemas e as suas qualidades contra as inundações. Beatley adverte também que em determinadas regiões, será necessário considerar os padrões de mudança no uso da terra. &#8220;Nós vamos ter que pensar em retiradas estratégicas de algumas áreas.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Para a resiliência na escala do edifício, Beatley defende a idéia de &#8220;sobrevivência passiva&#8221;: a capacidade dos edifícios para manter condições habitáveis após a perda de serviços essenciais. Qualquer estratégia que aumenta a auto-suficiência de um edifício pode estender a sua viabilidade como abrigo, após uma tempestades debilitante. Sistemas de energia fora da rede, como a energia fotovoltaica, aquecimento solar de água e coleta de água no local, podem manter os serviços básicos funcionando. Projetar em um envelope de alta eficiência e com aquecimento e refrigeração passivos também podem ajudar.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>O edifício resistente à inundações</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Naturalmente, a capacidade de sobrevivência passiva pressupõe que a estrutura permaneça intacta depois de um evento como uma tempestade tropical ou tsunami. O Instituto Nacional de Ciências da Construção publica um guia de design de edifícios resistentes à inundações. O guia descreve as estratégias para permitir que um edifício sobreviva a catástrofes marítimas com o mínimo de danos.<br />
<a href="http://www.wbdg.org" target="_blank">http://www.wbdg.org</a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A Federal Emergency Management Agency (FEMA) publica mapas que designam Áreas Especiais inundáveis ​​delimitada por um Base de Informação de Elevação de dilúvios(BFE). Esse benchmark é frequentemente definido no nível de uma inundação de 100 anos &#8211; uma inundação que tem a chance de 1 por cento de ser igualada ou superada em um determinado ano. As leis locais normalmente designam um Nível de Alagamento (DFE), baseado nos mapas da FEMA. As zonas costeiras são geralmente mais restritas, uma vez que estão potencialmente sujeitas a condições mais severas, tais como ação das ondas. As imagens recentes de casas flutuantes nos rios de Brisbane, Austrália, são um lembrete de que a opção mais segura é manter as novas construções fora de zonas vulneráveis.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/04/Mar_AR_7.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-335" title="Mar_AR_7" src="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/04/Mar_AR_7.jpg" alt="" width="369" height="265" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Figura 8: Projeto de residência de Waggonner &amp; Ball para o Lower Ninth Ward de Nova Orleans que trabalha com o vernáculo local e tem o primeiro pavimento suspenso do chão. Imagem: Waggonner &amp; Ball &#8211; <a href="http://www.wbarchitects.com/" target="_blank">http://www.wbarchitects.com/</a></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><br />
</em></p>
<p style="text-align: justify;">Se não há escolha senão construir em uma área sujeita a inundações, um nível de segurança maior pode ser obtido através da elevação de partes habitáveis ​​da construção acima do DFE. Em muitos casos, isso exige elementos como pilares que possam suportar cargas hidrostática e detritos. A fundação criada por Brad Pitt, Make It Right Foundation, encomendou à Waggonner &amp; Ball uma casa resistente à enchentes para New Orleans. O protótipo usa o vernáculo da “shotgun house”, mas eleva o primeiro andar em 2 metros e meio para protegê-lo das inundações e fornecer um lugar para estacionar carros.</p>
<p><a href="http://www.makeitrightnola.org/" target="_blank">http://www.makeitrightnola.org/</a></p>
<p style="text-align: justify;">Nas regiões afastadas das águas, onde a estrutura não está sujeita à ação das ondas, a área do edifício abaixo do DFE pode muitas vezes ser construída para resistir a inundações. Esta estratégia, conhecida como “à prova dágua”, foi explorada pelo vencedor do concurso de design em inundações promovido pela U.K.’s Norwich Union. Com sede em Londres Nissen Adams desenvolveu um modelo de habitação que utiliza materiais como alvenaria que podem suportar a água no nível mais baixo.</p>
<p><a href="http://195.167.181.232/Asp/uploadedFiles/File/BOOKLET%20FINAL%20VERSION.pdf" target="_blank">http://195.167.181.232/Asp/uploadedFiles/File/BOOKLET%20FINAL%20VERSION.pdf</a></p>
<p style="text-align: justify;">A planta baixa está organizada de modo que as funções não essenciais como quartos são colocados no nível mais baixo, permitindo que os ocupantes se mudem para o andar superior em uma inundação. Uma estratégia mais complexa, que assegure a impermeabilidade do prédio, deve ser capaz de suportar pressões hidrostáticas extremas. Em ambos os casos, os designers devem considerar o dinamismo da estrutura e garantir que a fundação está protegida da ação erosiva das águas. Há também uma série de barreiras contra inundações mecânicas para os edifícios que podem ser implantados automaticamente ou manualmente.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Compreensão dos riscos</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A população das cidades costeiras continua a crescer. Atualmente em 3 bilhões, o número de pessoas que vivem perto das costas em todo o mundo deverá dobrar até 2025. Muitas áreas metropolitanas estão apenas começando a considerar os riscos da elevação do nível do mar. Miami é uma das cidades mais vulneráveis ​​dos EUA com a maioria de seus bairros e cerca de US $ 400 bilhões em ativos em torno de 3 metros acima do nível do mar. A tempestade de uma categoria 3 pode submergir grande parte da cidade de 6 a 9 metros de profundidade, de acordo com a National Oceanic and Atmospheric Administration. O nível do mar previsto para o final do século iria reduzir a costa drasticamente, podendo inundar boa parte da cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">São Francisco pode ter mais sorte do que muitas áreas costeiras urbanas, já que a sua baía é relativamente abrigada e a região possui áreas mais elevadas para fuga. Mas também tem muitos problemas próximos ou abaixo do nível do mar. A Bay Conservation and Development Commission promoveu um concurso chamado Rising Tides para estudar formas de se adaptar a níveis mais altos do mar. Um dos seis vencedores, a Skidmore, Owings &amp; Merrill (SOM) BayArc regime proposto um obstáculo inflável colocado na entrada da baía sob a Ponte Golden Gate.<br />
<a href="http://www.risingtidescompetition.com" target="_blank">http://www.risingtidescompetition.com</a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/04/Mar_AR_111.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-336" title="Mar_AR_11" src="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/04/Mar_AR_111.jpg" alt="" width="450" height="184" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><em>figura 9: Skidmore, Owings &amp; Merrill propôs uma barreira para proteger a Baía de São Francisco de periódicos altos níveis de água associado a uma elevação do nível do mar. O dispositivo, que a empresa chama BayArc, consiste de uma membrana submersa reforçada com cabos e um balão inflável. Quando implantado, o BayArc flutua à superfície e cria uma barreira que se estende desde a superfície da água ao fundo do mar.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><br />
</em></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/04/Mar_AR_13.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-338" title="Mar_AR_13" src="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/04/Mar_AR_13.jpg" alt="" width="450" height="127" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/04/Mar_AR_12.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-337" title="Mar_AR_12" src="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/04/Mar_AR_12.jpg" alt="" width="450" height="185" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><em>1 Captação de energia das marés e estruturas de ancoramento<br />
2 Membros superiores flutuantes<br />
3 Pavimento Marítimos<br />
4 Membrana reforçada com cabos</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Imagens: © Skidmore, Owings &amp; Merrill, 2009.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><br />
</em></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Nossa pesquisa mostrou que o problema estaria em tempestades que ocorrem na maré alta&#8221;, diz Craig Hartman, sócio do projeto no escritório SOM em São Francisco. Muitas áreas como o corredor de transporte em torno do aeroporto de San Francisco poderia ser ameaçada, diz ele.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O dispositivo tem uma faixa de 4 metros de altura rígida que funciona como uma represa na superfície da água. Abaixo da superfície, onde as pressões são menores, uma teia de cabos tensionados mantem uma cortina submersa e a barreira inflada no local. Hartman diz que a barreira não resolve a questão à longo prazo, mas poderia ganhar tempo para que possam ser projetadas soluções mais abrangentes. Todas as áreas costeiras urbanas tem seu próprio conjunto de questões. A elegância simples de solução SOM teria pouca aplicação em Nova Orleans, sendo cruzado pelo rio Mississippi, com o Lago Ponchartrain às suas costas, e o Golfo a sua frente.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Michael Cockram é um escritor freelance especializado em arquitetura e meio ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Uma semana depois, trechos do diário pessoal sobre a tragédia do terremoto japonês</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Sexta-feira 11 março de 2011</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><br />
</em></p>
<p style="text-align: justify;">No dia em que tudo aconteceu, eu estava com Alessio Guarino na hora do almoço em um restaurante Sicíliano. Foi uma escolha casual, mas tinhamos reservado alguns dias antes, e ele tinha de experimentar um dos poucos sorvetes italianos que valem a pena comer em Tóquio.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Pela manhã, eu estava na universidade, onde estou regularmente, para as apresentações dos alunos do estúdio de design Yusuke Obuchi. Em cerca de uma hora eu deixei a escola para ir a Nogizaka, que fica entre o centro de Tóquio e Roppongi Hills, com a idéia de voltar às três horas para terminar meu trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Alessio está realizando uma série de entrevistas para uma espécie de catálogo visual da memória pessoal e espacial dos moradores de Tóquio. Eu organizei um encontro com dois amigos. Estávamos discutindo alguns detalhes da entrevista agendada para o dia seguinte com Juniya Ishigami para Domusweb. Entre um copo de vinho e outro, estávamos prestes a começar a sobremesa, quando tudo começa a tremer e em poucos minutos as janelas estavam quebradas. Saímos do restaurante perto dos arranha-céus do centro de Tóquio e vimos postes de luz amassados, pessoas correndo com os sapatos nas mãos, para cobrir-se da queda de entulho, carros parados no meio das ruas, edifícios deformados, pessoas paralisadas nas ruas, objetos caindo de diversos andares e espatifando no chão.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Após esse primeiro choque, pensávamos no que poderíamos fazer, as pessoas ainda estão paralizadas e o céu está cinza, e todos nós estamos esperando para ver se o mundo iria tremer de novo ou não. Estes são momentos em que o a sensação de espaço é deformada, engolindo nossas certezas sobre o tempo. Em seguida, outro choque menor. Pessoas no telefone, chamando seus entes queridos se torna uma prioridade. Como a rede de comunicação começou a ser interrompida, a apreensão se tornou ainda maior. Nas ruas as pessoas se reúnem em espaços abertos ou ainda ficam agachados debaixo de estruturas sólidas. Tenho duas imagens marcantes para mim: arranha-céus balançando loucamente e as pessoas imóveis paralizadas. Não há desordem real na rua e nenhum dano irreparável para qualquer coisa. Enquanto isso, uma TV de um bar público, e das laterais dos prédios, mostra imagens de Tóquio, mas não de Sendai e Miyagi. A notícia do desastre para o norte não é dada imediatamente, só vamos descobrir mais tarde naquela noite ou no dia seguinte.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">As estradas estão congestionadas. Andamos mais de dez quilômetros para chegar em casa, porque estamos perto de Shibuya e tínhamos que voltar ao centro. Os trens pararam, as linhas bloqueadas. Por volta das 6 horas, quando as empresas fecham, as ruas se enchem de gente, eu nunca vi tanta gente na rua sem saber para onde ir. A espinha dorsal das lojas de conveniência 24 horas, do consumo urbano, símbolos da abundância e frescor, onde os alimentos são normalmente substituídos de três em três horas, estão vazias, e tendo em conta o tráfego, não há maneira de obter suprimentos. A maioria dos trabalhadores não podem chegar em casa e são forçados a dormir em seus escritórios. A lojas de bicicletas estão vendendo muito, mesmo as bicicletas elétricas mais caras. Algumas lojas estão oferecendo bicicletas gratuitas para aqueles que não moram muito longe e que podem devolvê-las no dia seguinte &#8211; a solidariedade pós-terremoto. No caminho, eu converso com muitos estranhos, nós conversamos sobre coisas reais, como quanto tempo leva para chegar em casa ?, você está bem?. Uma espécie de back-to-basics partilhando da mesma situação de inadequação: sem trens, sem telefones, todos jogados juntos em uma cidade que só funciona com sua infra-estrutura complexa. De repente, o nosso sistema operacional desaparece e acabamos em um grande espaço sem os meios para viver de uma forma &#8220;avançada&#8221;. O que pode ser feito?</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Então, indo com o fluxo dessas milhões de pessoas, essa confusão ordenada de corpos, eu me deparo com dois dos meus melhores amigos em um cruzamento em uma área onde, em circunstâncias normais, nenhum de nós poderia ter ido. Nós nos abraçamos. Já era noite e estamos cansados, exaustos, assim que nós decidimos tomar uma bebida. Todos os bares estão abertos, os trens pararam, a maioria das pessoas não consegue chegar em casa, e ficar fora de casa é quase obrigatório, mas também bom para a alma.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>No bar, somos os únicos a verificar os nossos telemóveis para ver notícias, enquanto os outros estão bebendo, conversando, comendo e fumando. Depois de algumas horas nós nos despedimos e tomamos nossas respectivas rotas para as nossas casas para ver se elas ainda estão lá. A minha casa estava. Mas no dia seguinte eu estava para descobrir que muitos dos meus amigos e conhecidos foram menos afortunados. Enquanto as paredes permaneceram de pé, os móveis e objetos estavam destruídos. Muitos outros só puderam verificar suas ruínas quebradas apenas no dia seguinte, quando os trens começaram a funcionar. Além de ter passado a noite a céu aberto, também terão de lidar com a destruição de suas casas.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Sabado, 12 de março</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><br />
</em></p>
<p style="text-align: justify;">Embora as pessoas próximas a mim estejam bem, o Japão é devastado. As imagens de Sendai e Miyagi são indescritíveis; trazem terror, mostrando-nos de horror à impotência. Pela manhã, os alto-falantes colocados em cada bairro da cidade, começam a dar as instruções sobre o que fazer e como se comportar, fornecendo informações sobre as precauções a serem tomadas e sobre a localização dos abrigos. Helicópteros e ambulâncias em movimento pelas estradas aos trancos e barrancos ao longo do dia. Somos todos convidados a ficar em casa, tanto quanto possível, para não usar eletricidade. Nos supermercados, há longas filas nos balcões, você tem que esperar meia hora para pagar, mas é tudo feito com calma. Os tremores continuam no sábado. As linhas de gás já se foram, não há água quente. Você está proibido de beber água se não for fervida para evitar contaminação. Mas tudo volta ao normal em algumas horas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Enquanto a mídia japonesa é um pouco reticente, talvez com razão, para não alarmar a população e entender o que realmente está acontecendo &#8211; a mídia internacional começa a lançar uma manipulação escandalosa. Muitos jornalistas deformam seus pensamentos e artigos para os seus interesses pessoais, políticos e econômicos. Especialistas em energia nuclear, tsunamis, economia, e questões de saúde parecem se multiplicar. Este circuito de terror alimenta mecanismos de criação do medo para que se possa vender mais cópias dos jornais, mas não faz nada para ajudar aqueles que têm de viver com estes momentos difíceis. Talvez o papel da mídia nessas situações de emergência deve ser reconsiderada.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>As embaixadas &#8211; com os seus boletins contínuos &#8211; acabam por ser os canais mais confiáveis de informação também porque eles são os lugares para ir em caso de evacuação.</p>
<p style="text-align: justify;">No final da manhã, vou para a universidade para ver se houve algum dano lá também. Felizmente, foi mínima. Uma por uma, eu ligo para todas as pessoas de quem gosto e passo o final da tarde na internet. Centenas de manifestações de solidariedade e carinho de amigos, palavras boas para o coração, que fazem você sentir que você não está sozinho. Em momentos como estes, também é incrível como uma única palavra pode fazer um momento feliz. Até mesmo um simples &#8220;How are you?&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>Com um olho no e-mail e outro sobre as atualizações na web, em algum momento, cansado das reconstruções imaginativas do que estava acontecendo em Tóquio, por jornalistas que não estavam cumprindo o que está realmente acontecendo, eu chamo alguns amigos e vamos fazer um encontro para reunir-se em frente à estátua de Hachiko em Shibuya naquela noite.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando eu chego ao que é considerado uma das mais movimentadas praças do mundo, ela está quase deserta, com os telões desligados. Agora eu entendo como o medo já permeou a população. Não é que os japoneses não sentem medo e mantenham a calma. Não é assim. Mas, ao contrário do Ocidente, há muito mais espaço entre o que sentem e o que eles expressam que existe para nós, ocidentais. Para nós, que achamos que é sempre muito imediato e exterior, mas para os japoneses, existe uma zona intermediária &#8211; uma distância que lhes permite manter a calma, controlada. Mas seria errado pensar que eles não têm sentimentos verdadeiros, eles só têm uma freqüência diferente para expressá-las. É uma questão de como eles são trazidos para a superfície. O Xintoísmo e o Budismo são muito influentes no ensino de que a transitoriedade e a impermanência são parte da vida, que a perda faz parte das coisas. Que não há como fugir da transformação, o que precisa acontecer, acontece.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Salvator-John A. Liotta vive no Japão desde 2005.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Arquiteto e pesquisador de pós-doutorado no laboratório de Kengo Kuma na Universidade de Tóquio.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Isto é híbrido !</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Mar 2011 02:55:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Adaptação do artigo escrito por Javier Mozas: &#8220;Mixed uses. A historial overview &#8220;, extraído da revista 32 + t. Hybrids II &#8211; Low-rise Mixed-used Buildings. Richard Sennett escreveu que um cosmopolita é alguém que se movimenta confortavelmente na diversidade, que sente-se em casa em situações que não estão conectadas ou paralelas ao que é familiar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Adaptação do artigo escrito por Javier Mozas: &#8220;Mixed uses. A historial overview &#8220;, extraído da revista 32 + t. Hybrids II &#8211; Low-rise Mixed-used Buildings.</p>
<div id="attachment_311" class="wp-caption alignnone" style="width: 410px"><a href="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/03/OMA-.-Bryghusprojektet-.-Copenhague-1.jpg"><img class="size-full wp-image-311  " title="OMA . Bryghusprojektet . Copenhaguen" src="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/03/OMA-.-Bryghusprojektet-.-Copenhague-1.jpg" alt="OMA . Bryghusprojektet . Copenhaguen" width="400" height="290" /></a><p class="wp-caption-text">OMA . Bryghusprojektet . Copenhaguen</p></div>
<p>Richard Sennett escreveu que um cosmopolita é alguém que se movimenta confortavelmente na diversidade, que sente-se em casa em situações que não estão conectadas ou paralelas ao que é familiar para ele. Assim como são os edifícios híbridos. São edifícios cosmopolitas, formas fragmentadas que não se correspondem, volumes com base em tipologias tradicionais misturadas entre si, onde seu corpo pode resultar em melhor ou pior qualidade. As edificações híbridas são um novo ser, com uma personalidade unificadora. Os parágrafos seguintes definem as características e personalidade dos híbridos. Trata-se, conscientemente, de máximos absolutos, agrupados por temas que mostram categorias e definiçòes, de modo que seus traços de personalidade são tão visíveis quanto possível.</p>
<div id="attachment_315" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/03/6LTOAT4K_10OfficedA.jpg"><img class="size-full wp-image-315" title="New Kuwait Sports Shooting Club offi ce dA Kuwait City, Kuwait 2006-2011" src="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/03/6LTOAT4K_10OfficedA.jpg" alt="New Kuwait Sports Shooting Club offi ce dA Kuwait City, Kuwait 2006-2011" width="400" height="192" /></a><p class="wp-caption-text">New Kuwait Sports Shooting Club offi ce dA Kuwait City, Kuwait 2006-2011</p></div>
<p><strong>Personalidade</strong></p>
<p>A personalidade do híbrido é uma celebração da diversidade, complexidade e variedade de programas. É o cadinho de uma mistura de diferentes atividades interdependentes.</p>
<p>O edifício híbrido é uma auto-homenagem a criação individual do arquiteto. Cada híbrido é uma criação única, sem modelos anteriores. O edifício nasce de uma idéia inovadora, resolvido contrariando  a combinação de programas tradicionais,  e sua existência se baseia na novidade da abordagem e na mistura inesperada de funções.</p>
<p>O híbrido é um edifício oportunista, que leva vantagens das suas múltiplas habilidades. O edifício híbrido procura o inesperado, o imprevisível, relacionamentos íntimos, encoraja a coexistência e está consciente de que situações não programadas são a chave para seu próprio futuro.</p>
<p>O híbrido mostra suas facetas e sua própria personalidade. Como ele depende da natureza individual do seu processo de criação, ele pode assumir múltiplas representações, mesmo aparentemente representações contraditórias, marco urbano, a escultura, a paisagem ou o volume anônimo.</p>
<p>O híbrido não está sujeito a indiferença. Destina-se ao impacto do observador. Ele não passa despercebido, mas manifesta publicamente suas habilidades, seu caráter extrovertido e os seus pontos atraentes. O edifício híbrido como um marco, é um ator em um papel de protagonista no cenário urbano.</p>
<p>O híbrido anônimo, ao contrário, exige que cada parte do programa perca sua originalidade. Se ela tem um programa público, o que é coletivo terá que dissolver o seu carácter e se conformar a ser um ator secundário simples na cena cotidiana da cidade.</p>
<div id="attachment_316" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/03/6NPRP4jk_02NietoNuremberg.jpg"><img class="size-full wp-image-316" title="Neuer Augustinerhof NIETO SOBEJANO ARQUITECTOS Nuremberg. Germany 2008" src="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/03/6NPRP4jk_02NietoNuremberg.jpg" alt="Neuer Augustinerhof NIETO SOBEJANO ARQUITECTOS Nuremberg. Germany 2008" width="400" height="194" /></a><p class="wp-caption-text">Neuer Augustinerhof NIETO SOBEJANO ARQUITECTOS Nuremberg. Germany 2008</p></div>
<p><strong>Sociabilidade </strong></p>
<p>O híbrido ideal alimenta-se da união das esferas privada e pública. A intimidade da vida privada e a sociabilidade da vida pública encontram âncoras de desenvolvimento na construção híbrida.</p>
<p>A permeabilidade do híbrido o torna acessível para a cidade e o uso privado dos seus serviços estende seu horário 24 horas por dia. Isto significa que a atividade é constante e não é controlada pelo ritmo público ou privado. Uma outra categoria de uso é criada, um edifício de tempo integral.</p>
<p><strong>Forma </strong></p>
<p>A insistência do Modernismo na correspondência entre forma e função de um edifício já não funciona mais. A relação função-forma em um híbrido pode ser explícita ou implícita. O primeiro caso se inclina para a fragmentação, a segunda via da integração.</p>
<p>O edifício híbrido sempre lutará contra as morfologias segregacionistas que permitem a fuga de algum uso, e parece unir, dentro de sua área de influência, todas as atividades que podem lhe proporcionar vida.</p>
<div id="attachment_317" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/03/XLjDJLPS_05MacFlarne.jpg"><img class="size-full wp-image-317" title="Docks de Paris Jakob+MacFarlane Paris. France 2008" src="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/03/XLjDJLPS_05MacFlarne.jpg" alt="Docks de Paris Jakob+MacFarlane Paris. France 2008" width="400" height="359" /></a><p class="wp-caption-text">Docks de Paris Jakob+MacFarlane Paris. France 2008</p></div>
<p><strong>Tipologia </strong></p>
<p>O híbrido primitivo ou proto-híbrido, não atingiu o ponto mais alto de integração entre as suas funções, e é visto como um conjunto de tipologias que ainda não se fundiram. Não se pode classificar por tipologias os edifícios híbridos, porque a essência do híbrido é a fuga de categorias.</p>
<p>O híbrido é a consequência de uma conciliação com a tradição, a dois dedos da saudação à tipologia.</p>
<p><strong>Processos </strong></p>
<p>A mistura de usos é uma parte do processo geral da hibridação. A propriedade e o desenvolvimento territorial também podem ser híbridos, por meio de uma combinação de desenvolvimento do poder público e privado. A estrutura pode ser híbrida, baseada em soluções mistas de aço e concreto. A construção pode ser híbrida, com elementos montados a seco com juntas molhada, ou o mesmo pode ser feito com métodos de fabricação e de montagem tradicionais. A gestão pode ser híbrida, com a participação do indivíduo e da comunidade.</p>
<p><strong>Programas </strong></p>
<p>A mistura de usos em um edifício híbrido gera um potencial que é transferido, como em um sistema de vasos comunicantes, para que as atividades mais fracas, para que todos os envolvidos sejam beneficiados. Edifícios híbridos são organismos com vários programas interligados, preparado para acolher as atividades planejadas, bem como as atividades não programadas em uma cidade.</p>
<p><strong>Densidade </strong></p>
<p>Ambientes densos com limitações de uso da terra são um bom campo de cultivo de situações híbridas. O esquema híbrido propõe ambientes intensos de fertilização cruzada, que mistura genótipos conhecidos para criar aliados genéticos para melhorar as condições de vida e revitalizar os ambientes envolventes.</p>
<p><strong>Escala </strong></p>
<p>Os híbridos têm o caráter de super-edifícios, super-quadras, megaestruturas ou de edificações-cidades  -  &#8220;monstros urbanos de uma nova e generosa raça.&#8221;</p>
<p>Os híbridos são associados a uma certa forma de esplendor, grandeza, gigantismo, porque a mistura implica em tamanho, e a superposição demanda altura. A necessidade de superfície para estender o programa ocupa terra. Também é necessário um impulso criativo e de confiança econômica, uma vez que produz novas situações inadequadas para os momentos de indecisão.</p>
<p>A escala de um híbrido e sua relação com o meio ambiente é medido pela justaposição de pontos programáticos. Em híbridos verticais, as funções são unidas por sobreposição, e em híbridos horizontais por adições no terreno.</p>
<p><strong>Cidade </strong></p>
<p>Devido à sua escala, estratégias de composição urbana podem ser adicionadas a um edifício híbrido. A definição de um híbrido inclui perspectiva, inserção na malha urbana, diálogo com outras paisagens urbanas e inter-relações com o espaço público envolvente.</p>
<p>Ocasionalmente, o que é híbrido é o plano urbanístico, composto por uma série de edifícios monofuncionais reunidos em torno de uma plataforma comum.<br />
O híbrido vai além do domínio da arquitetura e pode entrar no domínio do planejamento urbano.</p>
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		<title>Museu de Esculturas de Madeira de Harbin &#8211; MAD</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Jan 2011 23:14:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pequim, 8 de janeiro de 2011 O escritório de arquitetura MAD anunciou o seu novo museu de esculturas de madeira da China, em Harbin. Como a principal cidade do norte da China, Harbin está em processo de se definir como um centro regional para as artes, no momento em que a histórica cidade se expande [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pequim, 8 de janeiro de 2011</p>
<div id="attachment_304" class="wp-caption alignleft" style="width: 460px"><a href="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/01/image001.jpg"><img class="size-full wp-image-304" title="Museu da Escultura em Madeira de Harbin - China - MAD Arquitetos" src="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/01/image001.jpg" alt="Museu da Escultura em Madeira de Harbin - China - MAD Arquitetos" width="450" height="184" /></a><p class="wp-caption-text">Museu da Escultura em Madeira de Harbin - China - MAD Arquitetos</p></div>
<p>O escritório de arquitetura MAD anunciou o seu novo museu de esculturas de madeira da China, em Harbin.</p>
<p>Como a principal cidade do norte da China, Harbin está em processo de se definir como um centro regional para as artes, no momento em que a histórica cidade se expande rapidamente.</p>
<p>Inspirado nas paisagens únicas do inverno local, o museu é um contraste entre o elegância da natureza e da velocidade da vida diária.  Seu corpo é longo de 200 metros, lembrando a forma de um líquido congelado que reflete e explora a relação entre o edifício e o meio ambiente.</p>
<p>O interior do museu combina duas exposições diferentes conectadas por um único acesso principal, que tanto separa os dois museus, e ao mesmo tempo os unifica, criando uma relação simbiótica. Clarabóias de luz inundam os espaços vazios ao lado das galerias,  criando melhores condições de visualização e momentos cênicos e em torno do edifício.</p>
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		<title>Residência de Estudantes Adocks</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Oct 2010 18:28:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[alojamentos]]></category>
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		<description><![CDATA[Porto de Le Havre, França, 2010 Atelier Cattani Architectes &#8211; Alberto Cattani, Charlotte Cattani Traduzido de Archiportale.com A residência de estudantes Adocks é o resultado da transformação de velhos containers em unidades de alojamentos modulares equipados com todo o conforto. Montado sobre uma grade de metal, os containers deram forma a um edifício de quatro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Porto de Le Havre, França, 2010</p>
<p>Atelier Cattani Architectes &#8211; Alberto Cattani, Charlotte Cattani</p>
<p>Traduzido de Archiportale.com</p>
<div id="attachment_278" class="wp-caption alignleft" style="width: 460px"><a href="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/10/31860_12.jpg"><img class="size-full wp-image-278" title="Residência de Estudantes Adocks" src="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/10/31860_12.jpg" alt="Residência de Estudantes Adocks" width="450" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Residência de Estudantes Adocks</p></div>
<p>A residência de estudantes Adocks é o resultado da transformação de velhos containers em unidades de alojamentos modulares equipados com todo o conforto. Montado sobre uma grade de metal, os containers deram forma a um edifício de quatro andares que abriga 100 apartamentos de 24 metros quadrados cada.</p>
<p>Segundo Cattani &#8220;Como evitar que os estudantes, futuros inquilinos, sintam-se colocados em uma caixa? Objetivo fundamental a ser alcançado. Desejava  conceber um projeto leve. Daí a ideia de habitações  independentes, para evitar o efeito de empilhamento. &#8220;&#8230;</p>
<p>A solução encontrada foi de uma estrutura metálica que funciona como um suporte estrutural para os containers, permitindo escalonar as<br />
unidades individuais, e criar um novo espaço de passarelas, pátios e varandas.</p>
<p>&#8220;A estrutura de metal &#8211; explica Cattani &#8211; permite uma melhor identificação das diferentes salas, que também são mais valorizadas através de extensões para o exterior, que se tornam terraços e varandas. As seqüências dos corredores transversais que dão acesso aos apartamentos na fachada cria uma sucessão de cheios e vazios, que dão à estrutura uma transparência visual na direção norte-sul&#8221;.</p>
<p>O edifício está distribuídos em quatro andares, que são distribuídos em 100 estúdios. O primeiro nível foi elevado do solo, para que os hóspedes possam desfrutar da mesma privacidade concedida às unidades nos andares superiores. Todos os apartamentos possuem vista para um jardim interior e possuem, em ambas as extremidades, paredes de vidro que permitem a iluminação natural dos espaços.</p>
<p>Para assegurar o máximo isolamento acústico e térmico, as paredes dos containers adjacentes ao exterior e as paredes entre as diferentes unidades foram</p>
<p>revestidas de concreto com 40 centímetros de espessura, e com camadas de borracha para amortecer as vibrações.</p>
<p>A fachada externa é projetada pela combinação das velhas &#8220;caixas&#8221;, mantendo o aspecto das chapas onduladas, repintadas na cor cinza metálico.<br />
No interior, os arquitetos optaram por paredes brancas e móveis de madeira. Cada estúdio tem um banheiro, cozinha e Wi-Fi gratuito.</p>
<p>Informações adicionais:</p>
<p>- Custo total da obra: 4.800.000 €<br />
- Tempo de construção: cinco meses<br />
- Área Construida: 3.880,00 m²<br />
- Área Coberta: 2.490,00 m²<br />
- Área do Módulo Habitacional: 24 m²</p>
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		<title>Residência JD &#8211;  Bak Arquitetos</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Sep 2010 06:28:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[argentina]]></category>
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		<category><![CDATA[concreto]]></category>
		<category><![CDATA[residencia]]></category>
		<category><![CDATA[vidro]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma residência de verão na floresta de Mar Azul, Buenos Aires, Argentina &#8211; 2009 Texto adaptado do artigo de Roberta Dragone do site Archiportale de 26/07/2010 Uma arquitetura minimalista, seja na geometria ou na escolha dos materiais, buscando a integração com o ambiente natural. Esta idéia guiou  María Victoria Besonías e Luciano Kruk, os dois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } -->Uma residência de verão na floresta de Mar Azul, Buenos Aires, Argentina &#8211; 2009</p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } -->Texto adaptado do artigo de Roberta Dragone do site Archiportale de 26/07/2010</p>
<div id="attachment_265" class="wp-caption alignleft" style="width: 460px"><a href="http://farm5.static.flickr.com/4105/4964845912_1cd2336998.jpg"><img class="size-full wp-image-265 " title="Residência JD - bak Arquitetos" src="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/09/30633_3red.jpg" alt="Residência JD -  bak Arquitetos" width="450" height="256" /></a><p class="wp-caption-text">Residência JD - bak Arquitetos</p></div>
<p>Uma arquitetura minimalista, seja na geometria ou na escolha dos materiais, buscando a integração com o ambiente natural. Esta idéia guiou  María Victoria Besonías e Luciano Kruk, os dois argentinos da Bak Arquitetos a criar a Residência JD, uma residencia de verão construida no meio da floresta de Mar Azul – aldeia de Villa Gesell, em Buenos Aires.</p>
<p>A residência está situada em um local de elevado valor paisagístico, onde existem habitações consideradas de “concepção exótica”. Ao contrário delas, a Casa JD foi concebida como uma arquitetura muito simples, em vidro, cimento e madeira, que integra o ambiente natural que o hospeda. O baixo orçamento disponível e a necessidade de assegurar aos clientes que  praticamente não haverá manutenção determinaram a escolha estética e construtiva.</p>
<p>“A necessidade de captar a luz &#8211; explicam os autores do projeto – fez com que criássemos uma estrutura como um “semi-teto”, com grandes painéis de vidro que permitem internamente, a visão externa em todas as direções, enquanto no exterior, os painéis refletem a paisagem, criando um efeito de fusão completa com a mesma”.</p>
<p>A necessidade de reduzir tanto quanto possível o tempo de obra e obter um mínimo de manutenção levou à escolha do concreto aparente. A proteção térmica é garantida da primavera até o outono pela sombra das árvores. Condição que certamente ajudou a consolidar a escolha, já que era uma residência para utilização nos meses de verão. No entanto, foi escolhido um cimento que pode resistir ao tempo e a água de chuva. O cimento e o vidro resolveram o problema da manutenção e da integração com o bosque.</p>
<p>A residência está situada em um terreno de 20&#215;30 metros, elevada acima do nível da rua. Se por um lado isso dificulta o acesso ao sitio, por outro oferece a importante vantagem de uma maior privacidade, uma vez que priva o ponto de vista da casa dos transeuntes.</p>
<p>Os clientes necessitavam de dois quartos, dois banheiros e uma sala de estar, que foi concebida integrada com a cozinha. A área total da residência não excede 150 metros quadrados.</p>
<p>A inclinação do lote, a preservação da floresta e os espaços requisitados pelo cliente determinaram as orientações para o design da Casa JD. A proposta da Bak Arquitetos consistiu em uma combinação de dois prismas puros de diferentes alturas, cruzando os ângulos, criando espaços com pé direito duplo.</p>
<p>As fortes inclinações do terreno foram exploradas para esconder certas áreas da habitação, reduzindo assim a percepção da construção por fora. Todas as áreas da casa são conectadas por grandes aberturas que levam ao terraço com piso de madeira.</p>
<p>Imagens: <a title="Residência JD - bak Arquitetos" href="http://farm5.static.flickr.com/4104/4964237817_9f8f34847f.jpg" target="_blank">01</a> &#8211; <a title="Residência JD - bak Arquitetos" href="http://farm5.static.flickr.com/4127/4964842926_6629a6c4e3.jpg" target="_blank">02</a> &#8211; <a title="Residência JD - bak Arquitetos" href="http://farm5.static.flickr.com/4150/4964246773_0ce15f148c.jpg" target="_blank">03</a> &#8211; <a title="Residência JD - bak Arquitetos" href="http://farm5.static.flickr.com/4154/4964851810_4988dbe99b.jpg" target="_blank">04</a> &#8211; <a title="Residência JD - bak Arquitetos" href="http://farm5.static.flickr.com/4088/4964855536_2d0765e258.jpg" target="_blank">05</a> &#8211; <a title="Residência JD - bak Arquitetos" href="http://farm5.static.flickr.com/4088/4964858824_8be3462a18.jpg" target="_blank">06</a> &#8211; <a title="Residência JD - bak Arquitetos" href="http://farm5.static.flickr.com/4085/4964259393_29f1495e9e.jpg" target="_blank">07</a> &#8211; <a title="Residência JD - bak Arquitetos" href="http://farm5.static.flickr.com/4089/4964865124_da69a0393d.jpg" target="_blank">08</a> &#8211; <a title="Residência JD - bak Arquitetos" href="http://farm5.static.flickr.com/4104/4964265361_7e9efaea3c.jpg" target="_blank">09</a> &#8211; <a title="Residência JD - bak Arquitetos" href="http://farm5.static.flickr.com/4088/4964871012_4d6c7cfb74.jpg" target="_blank">10</a> &#8211; <a title="Residência JD - bak Arquitetos" href="http://farm5.static.flickr.com/4124/4964873878_f79dbb8250.jpg" target="_blank">11</a> &#8211; <a title="Residência JD - bak Arquitetos" href="http://farm5.static.flickr.com/4103/4964272629_cae84804d3.jpg" target="_blank">12</a> &#8211; <a title="Residência JD - bak Arquitetos" href="http://farm5.static.flickr.com/4147/4964876752_a893d69170.jpg" target="_blank">13</a> &#8211; <a title="Residência JD - bak Arquitetos" href="http://farm5.static.flickr.com/4127/4964878694_466477fa6d.jpg" target="_blank">14</a> &#8211; <a title="Residência JD - bak Arquitetos" href="http://farm5.static.flickr.com/4146/4964278025_179372d17b.jpg" target="_blank">15</a> &#8211; <a title="Residência JD - bak Arquitetos" href="http://farm5.static.flickr.com/4110/4964883724_b8fe0daa20.jpg" target="_blank">16</a> &#8211; <a title="Residência JD - bak Arquitetos" href="http://farm5.static.flickr.com/4084/4964885838_dd521042f2.jpg" target="_blank">17</a> &#8211; <a title="Residência JD - bak Arquitetos" href="http://farm5.static.flickr.com/4086/4964290223_9798cc71d9.jpg" target="_blank">18</a> &#8211; <a title="Residência JD - bak Arquitetos" href="http://farm5.static.flickr.com/4125/4964889138_7b7247465a.jpg" target="_blank">19</a> &#8211; <a title="Residência JD - bak Arquitetos" href="http://farm5.static.flickr.com/4148/4964292431_88016246e8.jpg" target="_blank">20</a> &#8211; <a title="Residência JD - bak Arquitetos" href="http://farm5.static.flickr.com/4087/4964318881_aefb9fa5cb.jpg" target="_blank">21</a> &#8211; <a title="Residência JD - bak Arquitetos" href="http://farm5.static.flickr.com/4087/4964318955_c3f6556b75.jpg" target="_blank">22</a> &#8211; <a title="Residência JD - bak Arquitetos" href="http://farm5.static.flickr.com/4153/4964921554_8d8ee37c02.jpg" target="_blank">23</a> &#8211; <a title="Residência JD - bak Arquitetos" href="http://farm5.static.flickr.com/4113/4964921630_338ae48de4.jpg" target="_blank">24</a> &#8211; <a title="Residência JD - bak Arquitetos" href="http://farm5.static.flickr.com/4108/4964921720_930d33a6b3.jpg" target="_blank">25</a> &#8211; <a title="Residência JD - bak Arquitetos" href="http://farm5.static.flickr.com/4086/4964921768_a449cd4858.jpg" target="_blank">26</a> &#8211; <a title="Residência JD - bak Arquitetos" href="http://farm5.static.flickr.com/4088/4964319293_f092a8d064.jpg" target="_blank">27</a> &#8211; <a title="Residência JD - bak Arquitetos" href="http://farm5.static.flickr.com/4144/4964319403_ff988eda5d.jpg" target="_blank">28</a> &#8211; <a title="Residência JD - bak Arquitetos" href="http://farm5.static.flickr.com/4128/4964921864_1df0670941.jpg" target="_blank">29</a><br />
<a title="bak arquitectos" href="www.bakarquitectos.com.ar " target="_blank">www.bakarquitectos.com.ar </a></p>
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		<title>MuMa &#8211; Museu do Meio Ambiente</title>
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		<pubDate>Mon, 17 May 2010 14:56:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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		<category><![CDATA[concurso]]></category>
		<category><![CDATA[jardim botânico]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #333333;">.</span></p>
<p>Projeto desenvolvido para o concurso nacional para o Museu do Meio Ambiente do Rio de Janeiro &#8211; MuMa no complexo do Jardim Botânico. Autores: André Thurler, Marco Milazzo, Tom Caminha e Rafael Koury.</p>
<div id="attachment_237" class="wp-caption alignleft" style="width: 460px"><a href="http://farm5.static.flickr.com/4023/4615313488_3dc0d04e67_b.jpg" target="_blank"><img class="size-full wp-image-237    " title="MuMa -  Museu do Meio Ambiente" src="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/05/paisagismo.jpg" alt="MuMa - Museu do Meio Ambiente" width="450" height="255" /></a><p class="wp-caption-text">MuMa - Museu do Meio  Ambiente</p></div>
<p lang="pt-BR"><span style="color: #333333;">.</span></p>
<p lang="pt-BR">O Partido</p>
<p lang="pt-BR"><span style="color: #383838;">.<br />
</span></p>
<p>Diante da possibilidade de intervir em  um conjunto histórico da magnitude do Jardim Botânico do Rio de Janeiro,  sobretudo em sua entrada, aberta ao público e marcada por arquiteturas  de valor histórico e artístico, consideramos fundamental estabelecer uma  relação harmônica entre o conjunto pré-existente e as novas  intervenções. Assim, a integração com a paisagem se converte em um  partido adotado no projeto, tanto na arquitetura quanto no paisagismo,  valorizando as interfaces com o Jardim Botânico e os prédios históricos.  Desta forma, é atribuído à  paisagem o papel de protagonista do espaço, onde as edificações se  inserem de forma sóbria, demonstrando suas características particulares  sem competir por atenção.</p>
<div id="attachment_239" class="wp-caption alignleft" style="width: 460px"><a href="http://farm5.static.flickr.com/4040/4614711979_fc12d117f9_o.jpg" target="_blank"><img class="size-full wp-image-239  " title="MuMa -  Museu do Meio Ambiente" src="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/05/perspect8.jpg" alt="MuMa - Museu do Meio Ambiente" width="450" height="293" /></a><p class="wp-caption-text">MuMa - Paisagismo</p></div>
<p lang="pt-BR"><span style="color: #333333;">.</span></p>
<p lang="pt-BR">A Escala</p>
<p lang="pt-BR"><span style="color: #333333;">.</span></p>
<p>Considerando a situação das duas  intervenções arquitetônicas, cada qual ao lado de um edifício histórico  preservado, procuramos estabelecer uma escala tal que a dimensão das  novas construções não competissem com a dos seus vizinhos, estabelecendo  uma hierarquia que valoriza o conjunto histórico. Esta relação de  escala ocorre sem prejuízo da qualidade arquitetônica das novas  edificações nem do programa estabelecido. Através de recortes no terreno  e pavimentos semi-enterrados, o impacto visual dos edifícios foi  amenizado sem reduzir o espaço necessário para as atividades do Museu.</p>
<p lang="pt-BR">
<div id="attachment_252" class="wp-caption alignleft" style="width: 460px"><a href="http://farm5.static.flickr.com/4058/4614717483_782890cf18_b.jpg" target="_blank"><img class="size-full wp-image-252 " title="MuMa - Museu do Meio Ambiente" src="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/05/04-Anexo_rev02.jpg" alt="MuMa - Museu do Meio Ambiente" width="450" height="318" /></a><p class="wp-caption-text">MuMa - Prédio do Anexo</p></div>
<p lang="pt-BR"><span style="color: #333333;">.</span></p>
<p lang="pt-BR">A Linguagem</p>
<p lang="pt-BR"><span style="color: #333333;">.</span></p>
<p>Entendemos que a Arquitetura deve revelar o seu período histórico de construção, através da técnica, uso dos materiais e, sobretudo, da linguagem resultante do projeto. Deste modo, nossas propostas seguem uma linha projetual contemporânea, tanto no paisagismo quanto na arquitetura, respeitando o conjunto histórico sem procurar reproduzi-lo. Tal postura permite o entendimento claro dos diferentes períodos que deram forma ao espaço, sem estabelecer ruptura ou estagnação do processo histórico, nem destacar um determinado estilo arquitetônico sobre os demais. O mesmo se aplica ao novo paisagismo, que propõe uma continuidade com o jardim preservado, incluindo elementos contemporâneos, como os canteiros de aço patinado e os desenhos geométricos, inspirados no modernismo brasileiro. Além da coerência com o período contemporâneo, também procuramos estabelecer uma relação entre as novas arquiteturas, que demonstre certa unidade projetual. Esta unidade foi obtida, apesar das diferenças impostas pelas particularidades de cada edifício, em função de qualidades tectônicas semelhantes. A arquitetura assume, então, um caráter expressivo, que se integra ao conjunto de forma harmônica e elegante.</p>
<p lang="pt-BR">
<div id="attachment_255" class="wp-caption alignleft" style="width: 460px"><a href="http://farm5.static.flickr.com/4015/4615338510_28c19905bd_b.jpg" target="_blank"><img class="size-full wp-image-255 " title="MuMa - Praça Baixa" src="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/05/Praca.jpg" alt="MuMa - Praça Baixa" width="450" height="338" /></a><p class="wp-caption-text">MuMa - Praça Baixa</p></div>
<p lang="pt-BR"><span style="color: #333333;">.</span></p>
<p lang="pt-BR">A Sustentabilidade</p>
<p lang="pt-BR"><span style="color: #333333;">.</span></p>
<p>Consideramos sustentabilidade um conceito ainda em formação, atravessado por diferentes matrizes discursivas, que resultam em estratégias projetuais variadas. Deste modo, descartamos qualquer norma ou modelo engessado de arquitetura &#8220;verde&#8221; e orientamos nosso projeto segundo três eixos fundamentais para o seu equilíbrio sócio-ambiental: Eficiência Construtiva, Conforto Ambiental e Integração com a Paisagem.  Apesar do forte apelo dos projetos ditos &#8220;ecológicos&#8221;, optou-se por não fazer deste conceito a questão única da proposta, uma vez que a relação harmônica com o meio ambiente é apenas uma de várias condições primordiais da boa arquitetura.</p>
<p lang="pt-BR">
<p lang="pt-BR">
<div id="attachment_256" class="wp-caption alignleft" style="width: 460px"><a href="http://farm5.static.flickr.com/4011/4614708125_ffc9e09d91_o.jpg" target="_blank"><img class="size-full wp-image-256 " title="MuMa - Museu do Meio Ambiente" src="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/05/perspect5.jpg" alt="MuMa - Museu do Meio Ambiente" width="450" height="364" /></a><p class="wp-caption-text">MuMa - Prédio Auditório/Administração</p></div>
<p lang="pt-BR"><span style="color: #333333;">.</span></p>
<p>O Jardim</p>
<p lang="pt-BR"><span style="color: #333333;">.</span></p>
<p lang="pt-BR">O traçado do paisagismo se integra ao conjunto histórico através da continuidade dos fluxos, minimizando o contraste entre o pré-existente e o projetado. A leitura dos diferentes períodos históricos se dá pela variação dos materiais e pelas linhas dos novos canteiros. Assim, fica preservado o jardim da residência Pacheco Leão em harmonia com o novo paisagismo, de modo que ambos são valorizados.</p>
<p>Além da linguagem contemporânea adotada no paisagismo, outra preocupação do projeto foi com a permeabilidade das superfícies. Os materiais adotados como piso ajudam na drenagem das águas pluviais, evitando empoçamento e permitindo que a chuva se infiltre no ponto onde está caindo.  A redução do volume de água captado pelo sistema de drenagem urbano contribui para evitar enchentes em outras áreas da cidade. Além disso, parte da água deverá ser coletada e armazenada em uma cisterna, onde poderá ser utilizada para a jardinagem ou até mesmo para o reuso nos edifícios.</p>
<p>A opção por elevar determinados canteiros se justifica pelo aproveitamento de parte da terra retirada para a construção dos novos prédios. Estes canteiros, emoldurados por uma borda de aço, se convertem em elementos escultóricos que complementam o paisagismo. Optamos por uma vegetação exuberante e variada, aproveitando o acervo botânico do próprio Jardim e as árvores transplantadas, criando uma ambiência agradável e adequada ao clima.</p>
<p>Em função da já grande quantidade de árvores de médio e grande porte existentes na área de intervenção o projeto não prevê o plantio de novos exemplares evitando prejudicar a visibilidade das edificações históricas. Portanto, a proposta mantém seu foco no redesenho dos pisos, canteiros e vegetação de forração.</p>
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<div id="attachment_257" class="wp-caption alignleft" style="width: 460px"><a href="http://farm4.static.flickr.com/3323/4614722839_7a51b386eb_b.jpg" target="_blank"><img class="size-full wp-image-257 " title="MuMa - Museu do Meio Ambiente" src="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/05/01-Portico.jpg" alt="MuMa - Museu do Meio Ambiente" width="450" height="243" /></a><p class="wp-caption-text">MuMa - Paisagismo</p></div>
<p lang="pt-BR"><span style="color: #333333;">.</span></p>
<p>O Museu</p>
<p lang="pt-BR"><span style="color: #333333;">.</span></p>
<p>O acesso principal ao Museu do Meio Ambiente permanecerá na porta frontal do Edifício Histórico onde serão localizados a Recepção, Foyer, Bilheteria e Ponto de Informações. Nos ambientes laterais com alteração de uso permitida, será inserida a área de Guarda Volumes e a área para Acolhimento dos Grupos Escolares. O acesso de pessoas com dificuldades de locomoção será feito pelo elevador existente, localizado nos fundos da edificação. A partir deste ponto, o visitante é direcionado para as áreas de exposição até o segundo pavimento e de lá para o Anexo, através de uma passarela. No Anexo o circuito segue de forma descendente pelo edifício terminando em um nível semi-enterrado, aberto para uma área de exposição ao ar livre. Neste espaço intersticial foi realizado um recorte no terreno, criando uma praça que une a saída do Anexo à Cafeteria e a Loja do Museu, localizados no porão do prédio histórico.</p>
<p>O projeto do anexo resulta de um estudo volumétrico que priorizou a relação com o Edifício Histórico, respeitando sua proporção.  A partir da área de projeção máxima se verificou que o programa exigido para a área de exposição poderia se desenvolver em pouco menos de três pavimentos inteiros. Em seguida, foi feita uma regularização da área de projeção, dando maior afastamento ao edifício em relação à pérgula e algumas árvores do arboreto. A criação do pavimento semi-enterrado reduz o impacto vertical da construção e nivela pontos estratégicos dos dois prédios, permitindo uma ligação através de passarela. Finalmente, o terceiro pavimento foi dividido entre a área de exposição e um terraço voltado para o jardim histórico, o que ameniza ainda mais o impacto visual do edifício frente ao seu vizinho no trecho onde essa relação se torna mais evidente.</p>
<p>Propomos um sistema de estrutura metálica, material reciclável, com pilares locados apenas nas laterais do edifício e vigas transversais altas. Desta forma, é criado um espaço entre forro e laje de piso para que se desenvolvam as instalações prediais de forma independente da conformação dos ambientes internos. A planta livre, associada a uma variação do pé-direito nos diversos pavimentos garante a flexibilidade do projeto museográfico, que conta com espaços de alturas e dimensões diferentes.</p>
<p>Entendemos que devido à sua natureza audiovisual o museu pressupõe uma arquitetura hermética que permite um maior controle da iluminação em seu interior. Portanto, a partir de um volume fechado, foram criadas apenas aberturas pontuais com o intuito de criar visadas específicas da paisagem circundante de modo a incluí-la na própria exposição. Propõe-se ainda a instalação de painéis móveis de treliças de madeira (referência aos muxarabins / muxarabim) sobre estas aberturas criando assim um recurso de controle de incidência solar. O sistema de vedação com placas duplas de madeira deixa espaço para um material isolante termo-acústico, complementando a adequação climática.</p>
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<div id="attachment_258" class="wp-caption alignleft" style="width: 460px"><a href="http://farm4.static.flickr.com/3398/4615318554_b3f64dae8d_o.jpg" target="_blank"><img class="size-full wp-image-258 " title="MuMa - Prédio Anexo - Vista das Escadas" src="http://www.milazzo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/05/perspect3.jpg" alt="MuMa - Prédio Anexo - Vista das Escadas" width="450" height="384" /></a><p class="wp-caption-text">MuMa - Prédio Anexo - Vista das Escadas</p></div>
<p lang="pt-BR"><span style="color: #333333;">.</span></p>
<p lang="pt-BR">Auditório e Administração</p>
<p lang="pt-BR"><span style="color: #333333;">.</span></p>
<p>Seguindo o partido de prevalência da paisagem pré-existente em relação às novas intervenções, o projeto do auditório e administração respeita a escala da residência Pacheco Leão, não ultrapassando 6,5m de altura. Assim, o bem tombado pode ser observado de forma mais adequada, inclusive do terraço da nova edificação. Isto foi conseguido com a criação de um pavimento semi-enterrado, contíguo a um recorte no terreno onde se desenvolve um anfiteatro ao ar livre. O paisagismo abraça a arquitetura, definindo as linhas do recorte de forma a criar uma continuidade com o restante do projeto.</p>
<p>Outro fator que contribui para a redução da escala é a disposição de rampas ao redor do prédio eliminando a necessidade de elevador e seu maquinário. Da mesma forma, o acesso ao pavimento semi-enterrado e aos níveis rebaixados do terreno é feito por rampa acessível e escadas. Esta solução garante o livre fluxo de pessoas com dificuldades de locomoção por todo o edifício.</p>
<p>As rampas são protegidas por uma estruturar metálica modular com placas alternadas de madeira (opacas), brises (também de madeira) e canteiros verticais, criando um invólucro dinâmico para o edifício e controlando a incidência solar direta. Todos os ambientes internos do prédio podem ser iluminados naturalmente e possuem ventilação cruzada, reduzindo gastos com energia elétrica.</p>
<p lang="pt-BR"><span style="color: #333333;">.</span></p>
<p>Mais imagens:  <a title="Planta Baixa - Prédio Anexo - Terraço" href="http://farm4.static.flickr.com/3359/4614724925_59c6b9676c_b.jpg" target="_blank">01</a> &#8211; <a title="MuMa - Prédio Anexo - 2o Pavimento" href="http://farm5.static.flickr.com/4056/4615332854_f68e343942_b.jpg" target="_blank">02 </a>- <a title="MuMa - Prédio Anexo - 1o Pavimento" href="http://farm4.static.flickr.com/3313/4614723095_03fc93789b_o.jpg" target="_blank">03 </a>- <a title="MuMa - Vista Acesso ao Arboreto" href="http://farm4.static.flickr.com/3331/4615337300_4503a01834_b.jpg" target="_blank">04 </a>- <a title="MuMa - Terraço" href="http://farm4.static.flickr.com/3309/4615334280_a2c9767677_b.jpg" target="_blank">05 </a>- <a title="MuMa - Vista Noturna" href="http://farm4.static.flickr.com/3319/4614713041_4dc115e5bb_o.jpg" target="_blank">06 </a>- <a title="MuMa - Prédio Auditorio - Esquemas e Cortes" href="http://farm4.static.flickr.com/3394/4615328746_5b4f2e52c3_b.jpg" target="_blank">07 </a>- <a title="MuMa - Prédio Auditorio - Planta Baixa" href="http://farm5.static.flickr.com/4038/4615327788_b622141536_b.jpg" target="_blank">08 </a>- <a title="MuMa - Prédio Auditório" href="http://farm5.static.flickr.com/4012/4615324850_04c643c1bb_o.jpg" target="_blank">09 </a>- <a title="MuMa - Prédio Auditório" href="http://farm5.static.flickr.com/4011/4614708125_ffc9e09d91_o.jpg" target="_blank">10</a> &#8211; <a title="MuMa - Prédio Anexo - Corte" href="http://farm4.static.flickr.com/3369/4615322418_782063fea5_b.jpg" target="_blank">11 </a>- <a title="MuMa - Prédio Anexo - Corte" href="http://farm4.static.flickr.com/3295/4615320806_88580e8057_b.jpg" target="_blank">12 </a>- <a title="MuMa - Prédio Anexo" href="http://farm5.static.flickr.com/4012/4615319440_1648e83502_o.jpg" target="_blank">13 </a>- <a title="MuMa - Prédio Anexo - Esquemas" href="http://farm5.static.flickr.com/4006/4615317462_bc88035972_b.jpg" target="_blank">14</a></p>
<p lang="pt-BR"><span style="color: #333333;">.</span></p>
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